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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013


Gosto muito de ler crônicas. Ainda me lembro o primeiro dia que peguei um livro de crônicas. Estava no 9° Ano do Ensino Fundamental e entrei na biblioteca com uma amiga para pegar um livro qualquer que me deixasse ocupada nas aulas de Educação Física. A bibliotecária -que por sinal era super simpática-  me levou para a prateleira de crônicas e mostrou vários livros que ela já havia lido. O livro que me chamou atenção foi "Mesmo a Noite sem Luar tem Lua" do Lourenço Diaféria. Confesso que peguei o livro por pura curiosidade -títulos diferentes ou longos me chamam atenção-. 
Não se já disse, mas não conhecia o incrível universo das crônicas -por muitas vezes ignorava solenemente as colunas dos jornais me perguntando o motivo delas estarem ali. Mas depois de uma ou duas crônicas lidas do Lourenço, comecei a me apaixonar.
Descobrir a opinião alheia é algo tão fascinante quanto descobrir novas culturas. Para mim é uma troca de experiências, onde o autor escreve e adquire mais domínio no que ele faz e o leitor consegue capturar novos pensamentos, ideias e opiniões.
Agradeço muito ao Lourenço por ter escrito aquelas crônicas. Se ele ainda estivesse conosco, desejaria encontra-lo um dia e agradece-lo pessoalmente.

sábado, 29 de setembro de 2012






A chuva caia como se os céus estivessem chorando. Pelas paredes desbotadas os pingos de chuva escorriam para a rua sem vida. Não existia mais ninguém ali, apenas um sentimento que me rodeava naqueles dias S-O-L-I-D-Ã-O.

Memorias

sexta-feira, 28 de setembro de 2012


É uma limitação minha! Só eu sinto!
Por favor! Não venha me dizer que estou inventando coisas. Não sou louca de inventar um problema.

Tudo bem! Já aprendi, da próxima vez é melhor morrer calada...

Memorias 

quinta-feira, 27 de setembro de 2012


Sentada na sala de aula
De cabeça baixa
Escrevendo alguma coisa
Pensando em tudo? Não!
Pensando em nada

O ano está terminado
E tudo o que eu queria não aconteceu....

Memorias da  8° Serie

sexta-feira, 14 de setembro de 2012



A capa escura, a noite chuvosa, a voz asustadora...com gosto de morte. Não sou e nunca serei obscura, mas o meu mundo interior e totalmente diferente do exterior. Parece que sou ruim, amarga, que gosto da escuridão. Sei que não sou assim. Não! Não aceito ser assim! Quero e viver a vida a lá felicità, mas vira e mexe e a parte obscura me retorna ao pensamento, impregnando cada pedaço da minha mente, me pondo muitas vezes a chorar.